A Grande Mutação: Resgatando a Técnica por trás da Conjunção Júpiter-Saturno
Em dezembro de 2020, o mundo para para observar um fenômeno que a Astrologia Clássica estuda há milênios: a Grande Conjunção entre Júpiter e Saturno. Naquela ocasião, gravei um vídeo mergulhando profundamente na mecânica técnica desse evento, e hoje decidi resgatá-lo aqui no blog para quem deseja estudar os fundamentos reais da Astrologia Mundial.
Para os mestres antigos, como o persa Abu Ma’shar, Júpiter e Saturno são os “Cronocratores”, os grandes senhores do tempo. Eles não apenas marcam o ritmo dos anos, mas determinam a ascensão e queda de eras e civilizações.
A Dança das Triplicidades
Neste vídeo, eu explico a estrutura por trás desse ciclo:
- A cada 20 anos: Ocorre o encontro entre o Grande Benéfico (Júpiter) e o Grande Maléfico (Saturno).
- A cada 200 anos (aproximadamente): Essas conjunções mudam de elemento (ou Triplicidade). Passamos dois séculos em signos de Terra, depois dois séculos em signos de Ar, e assim por diante.
- O Grande Ciclo de 800 anos: É o tempo que leva para o ciclo retornar ao signo de Áries, marcando os “Grandes Inícios” da história da humanidade.
O Marco de Dezembro de 2020 em Aquário
O vídeo foca na transição técnica que vivemos em 2020, quando a conjunção ocorreu no signo de Aquário. Esse evento marcou a Grande Mutação definitiva para o elemento Ar.
Mais do que previsões passageiras, o que apresento aqui é a aplicação da técnica de Abu Ma’shar para entender como a saída da Triplicidade da Terra (focada na matéria e território) para a de Ar (focada na informação e conexões) altera a estrutura do poder mundial.
Assista ao vídeo para entender como o céu de 2020 estabeleceu as bases técnicas para os desafios que estamos navegando nesta década
