ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
Novamente, tem algum espertinho tentando se passar por mim. Criou um perfil falso no Facebook (Ana Rodrigues Astrologia)e está enviando solicitações de amizade para quem segue minha página no Facebook, (que tem o mesmo nome), e também está enviando mensagens oferecendo leitura de quiromancia (leitura da mão). Eu não ofereço este serviço.. 

Se puderem denunciar o perfil lá no Facebook, eu agradeço. Assim o Facebook tira rapidamente.

Muito obrigada.
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20 horas ago
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Um dos métodos mais simples para determinar o momento dos acontecimentos em uma revolução solar é dirigir o grau do ascendente a uma velocidade de 59 minutos e 8 segundos por dia. Cada deslocamento de 59’08” corresponde a um dia dentro do período da revolução solar.

Dessa forma, quando o ascendente dirigido atinge o grau ocupado por um planeta, ele atua como um gatilho para os eventos significados por esse planeta. O mesmo princípio se aplica quando o ascendente dirigido alcança um grau de sextil, trígono, quadratura ou oposição com um planeta.

De maneira geral, considera-se que, ao atingir o grau de um planeta benéfico, ou um grau de sextil ou trígono com ele, o ascendente desencadeia eventos favoráveis. Por outro lado, ao alcançar o grau de um planeta maléfico, ou quadratura, ou ainda oposição, tende a ativar momentos desafiadores.

Além disso, as quadraturas e oposições do ascendente dirigido a planetas benéficos tendem a ter menor impacto positivo, enquanto os sextis e trígonos a planetas maléficos costumam ser menos desafiadores do que outros aspectos tensos.

A força de um planeta é determinada por diversos fatores, como sua condição de acordo com a seita, sua familiaridade com a natureza do signo, suas dignidades essenciais, sua direção de movimento, sua distância em relação ao Sol e sua fase. Quanto mais forte for o planeta, mais significativos serão os eventos que ele indica.

Por fim, considere também a data em que o ascendente dirigido alcança um dos ângulos, pois esses momentos costumam marcar eventos importantes ao longo do período.

#astrología #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
Um dos métodos mais simples para determinar o momento dos acontecimentos em uma revolução solar é dirigir o grau do ascendente a uma velocidade de 59 minutos e 8 segundos por dia. Cada deslocamento de 59’08” corresponde a um dia dentro do período da revolução solar. Dessa forma, quando o ascendente dirigido atinge o grau ocupado por um planeta, ele atua como um gatilho para os eventos significados por esse planeta. O mesmo princípio se aplica quando o ascendente dirigido alcança um grau de sextil, trígono, quadratura ou oposição com um planeta. De maneira geral, considera-se que, ao atingir o grau de um planeta benéfico, ou um grau de sextil ou trígono com ele, o ascendente desencadeia eventos favoráveis. Por outro lado, ao alcançar o grau de um planeta maléfico, ou quadratura, ou ainda oposição, tende a ativar momentos desafiadores. Além disso, as quadraturas e oposições do ascendente dirigido a planetas benéficos tendem a ter menor impacto positivo, enquanto os sextis e trígonos a planetas maléficos costumam ser menos desafiadores do que outros aspectos tensos. A força de um planeta é determinada por diversos fatores, como sua condição de acordo com a seita, sua familiaridade com a natureza do signo, suas dignidades essenciais, sua direção de movimento, sua distância em relação ao Sol e sua fase. Quanto mais forte for o planeta, mais significativos serão os eventos que ele indica. Por fim, considere também a data em que o ascendente dirigido alcança um dos ângulos, pois esses momentos costumam marcar eventos importantes ao longo do período. #astrología #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
2 dias ago
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Um dos grandes receios de quem aprecia a astrologia é encontrar planetas na casa XII da carta natal ou da revolução solar. Esse temor se estende também às casas VI e VIII, tradicionalmente associadas a desafios.

Por serem casas ligadas a temas difíceis, muitos tenem qualquer posicionamento planetário nelas. No entanto, há significados frequentemente negligenciados na maioria das leituras – e que chamo de significados alternativos. Não se trata dos temas derivados das casas, mas sim de aspectos próprios dessas áreas que muitas vezes passam despercebidos.

Um exemplo ajuda a esclarecer: se o planeta que rege o ascendente da revolução solar ou da carta natal estiver na casa VI da revolução, isso não indica necessariamente uma doença. Pode representar um ano focado em preocupações cotidianas, maior envolvimento com pessoas humildes ou mesmo uma fase voltada para burocracias e infraestrutura.

Como a casa VI é cadente, o período pode não trazer avanços significativos, mas isso não significa, por si só, um problema. A condição do planeta envolvido será crucial para determinar se os desafios são pontuais ou mais intensos.

Na casa VIII, a ideia de “morte” nem sempre se refere ao falecimento do próprio nativo. O posicionamento pode indicar um período marcado por questões relacionadas à morte de terceiros, como heranças, funerais ou partilhas de bens. Além disso, a casa VIII é o domínio das crises. Se o regente do ascendente (natal ou anual) estiver nela, pode apontar tanto para a solução de problemas quanto, caso o planeta esteja enfraquecido, para o início de uma crise.

A casa XII é amplamente associada ao sofrimento, mas seus significados vão muito além disso.  Ter o regente do ascendente nessa casa não implica automaticamente um período de dor ou perda. 

Dependendo das conexões planetárias, pode representar um ano de maior isolamento voluntário, contato com pessoas em situação vulnerável, envolvimento com grupos fechados ou mesmo a guarda de um segredo importante.

A astrologia é uma ferramenta rica – cabe a nós utilizá-la com profundidade e discernimento.

#astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
Um dos grandes receios de quem aprecia a astrologia é encontrar planetas na casa XII da carta natal ou da revolução solar. Esse temor se estende também às casas VI e VIII, tradicionalmente associadas a desafios. Por serem casas ligadas a temas difíceis, muitos tenem qualquer posicionamento planetário nelas. No entanto, há significados frequentemente negligenciados na maioria das leituras – e que chamo de significados alternativos. Não se trata dos temas derivados das casas, mas sim de aspectos próprios dessas áreas que muitas vezes passam despercebidos. Um exemplo ajuda a esclarecer: se o planeta que rege o ascendente da revolução solar ou da carta natal estiver na casa VI da revolução, isso não indica necessariamente uma doença. Pode representar um ano focado em preocupações cotidianas, maior envolvimento com pessoas humildes ou mesmo uma fase voltada para burocracias e infraestrutura. Como a casa VI é cadente, o período pode não trazer avanços significativos, mas isso não significa, por si só, um problema. A condição do planeta envolvido será crucial para determinar se os desafios são pontuais ou mais intensos. Na casa VIII, a ideia de “morte” nem sempre se refere ao falecimento do próprio nativo. O posicionamento pode indicar um período marcado por questões relacionadas à morte de terceiros, como heranças, funerais ou partilhas de bens. Além disso, a casa VIII é o domínio das crises. Se o regente do ascendente (natal ou anual) estiver nela, pode apontar tanto para a solução de problemas quanto, caso o planeta esteja enfraquecido, para o início de uma crise. A casa XII é amplamente associada ao sofrimento, mas seus significados vão muito além disso. Ter o regente do ascendente nessa casa não implica automaticamente um período de dor ou perda. Dependendo das conexões planetárias, pode representar um ano de maior isolamento voluntário, contato com pessoas em situação vulnerável, envolvimento com grupos fechados ou mesmo a guarda de um segredo importante. A astrologia é uma ferramenta rica – cabe a nós utilizá-la com profundidade e discernimento. #astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
5 dias ago
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Abu Maʿshar desenvolveu uma obra dedicada às Revoluções nas natividades. Em um dos primeiros capítulos, ele explica como identificar o Senhor do Ano e destaca os pontos essenciais a serem considerados em sua interpretação.

O ponto de partida é determinar o Senhor do Ano a partir da profecção do Ascendente. Ele orienta:

“Deves observar, na revolução dos anos, o Ascendente natal e calcular um signo por ano; onde ele alcançar, esse será o signo anual. Seu senhor será o ‘Senhor do Ano’ (regente do tempo), chamado em persa ‘Salchadāi’.”

Ele recomenda avaliar a condição do signo da profecção e de seu senhor tanto na carta natal quanto na revolução solar, incluindo planetas posicionados neste signo, seus aspectos, se o signo é angular, sucedente ou cadente na carta natal e anual, se há estrelas neste signo, lotes ou partes, etc.

Abu Maʿshar explica que:

Se o signo da profecção estiver livre de aflições dos planetas natais e anuais, e seu senhor estiver fortalecido tanto na natividade quanto na revolução, em sua dignidade essencial, isso indica saúde, alegria e prazer nas áreas regidas pelo Senhor do Ano e pelos planetas conectados a ele, por natureza e posição.

Se o signo da profecção estiver aflito por planetas natais ou na revolução, e seu senhor estiver debilitado, isso aponta para doenças, tristeza, perdas e dificuldades nas coisas significadas pelo Senhor do Ano e pelos planetas que o aspectam.

Se o Senhor do Ano for diurno, mas ocupar uma posição noturna, ou se estiver em casas sem força ou retrógrado, isso sugere instabilidade, preocupações e fracasso nas atividades e desejos do nativo.

Abu Maʿshar ainda oferece diretrizes valiosas para a interpretação:

Se o signo da profecção for de natureza fértil e seu senhor estiver bem posicionado, isso indica aumento de bens, prosperidade e crescimento da família.

Se cair em um signo estéril e o senhor estiver debilitado, isso sugere perdas, dificuldades para ter filhos e declínio dos recursos.

#astrologia #astrologiatradicional #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
Abu Maʿshar desenvolveu uma obra dedicada às Revoluções nas natividades. Em um dos primeiros capítulos, ele explica como identificar o Senhor do Ano e destaca os pontos essenciais a serem considerados em sua interpretação. O ponto de partida é determinar o Senhor do Ano a partir da profecção do Ascendente. Ele orienta: “Deves observar, na revolução dos anos, o Ascendente natal e calcular um signo por ano; onde ele alcançar, esse será o signo anual. Seu senhor será o ‘Senhor do Ano’ (regente do tempo), chamado em persa ‘Salchadāi’.” Ele recomenda avaliar a condição do signo da profecção e de seu senhor tanto na carta natal quanto na revolução solar, incluindo planetas posicionados neste signo, seus aspectos, se o signo é angular, sucedente ou cadente na carta natal e anual, se há estrelas neste signo, lotes ou partes, etc. Abu Maʿshar explica que: Se o signo da profecção estiver livre de aflições dos planetas natais e anuais, e seu senhor estiver fortalecido tanto na natividade quanto na revolução, em sua dignidade essencial, isso indica saúde, alegria e prazer nas áreas regidas pelo Senhor do Ano e pelos planetas conectados a ele, por natureza e posição. Se o signo da profecção estiver aflito por planetas natais ou na revolução, e seu senhor estiver debilitado, isso aponta para doenças, tristeza, perdas e dificuldades nas coisas significadas pelo Senhor do Ano e pelos planetas que o aspectam. Se o Senhor do Ano for diurno, mas ocupar uma posição noturna, ou se estiver em casas sem força ou retrógrado, isso sugere instabilidade, preocupações e fracasso nas atividades e desejos do nativo. Abu Maʿshar ainda oferece diretrizes valiosas para a interpretação: Se o signo da profecção for de natureza fértil e seu senhor estiver bem posicionado, isso indica aumento de bens, prosperidade e crescimento da família. Se cair em um signo estéril e o senhor estiver debilitado, isso sugere perdas, dificuldades para ter filhos e declínio dos recursos. #astrologia #astrologiatradicional #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
2 semanas ago
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ANA

Meu nome é Ana Rodrigues.
Seja bem vindo!

Sou Astróloga, seguindo uma linha de estudo clássico, que envolve a Astrologia praticada do séc. I ao séc. XVII d.C

Sou graduada em Comunicação Social, e MBA em Marketing pela ESPM, e passei uma parte de minha vida e dedicando aos trabalhos na área do Marketing.

Em 2007 deixei o trabalho em grandes empresas para me dedicar a algo que já estudava desde a década de 90, a Astrologia.

Iniciando em uma abordagem moderna da Astrologia, sentia meu trabalho incompleto, e descobrindo a Astrologia Clássica passei a me aprofundar nas técnicas tradicionais.

Passei pelo Diploma de Astrologia Medieval com astrólogos internacionais, estudo autodidatas, e hoje utilizo exclusivamente técnicas tradicionais em minhas leituras e cursos.

Seja bem vindo ao meu espaço, que é construído com muito carinho e dedicação.

Contato
T : +55 11 9 94961060
Certificações e Estudos

Astronomia e Astrofísica – Universidade Federal SC – BR – 2018

Medieval Astrology – New Library – London – GBR – 2016

Traditional Astrology  – Kepler College – Washington – USA – 2015

Estudos Autodidatas – Desde 1997

Astrologia – GEA – Grupo de Estudos de Astrologia – SP- BR – 1996 a 1997

 

Clientes

Mais de 1.500 leituras de cartas astrológicas realizadas entre 2015 e 2020, para clientes do mundo todo.

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